Segunda-feira, 10 de Outubro de 2011

Um Ano em Telavive em entrevista ao jornal "Portugal Post"

 

 

Caros Amigos e Leitores,

 

 

"Um Ano em Telavive" voltou a ser tema de uma entrevista. Desta vez fui entrevistada sobre o meu primeiro livro pelo jornal "Portugal Post". Os meus agradecimentos ao Mário Santos, jornalista e director do jornal.

 

http://www.portugalpost.eu/fileadmin/templates/HLX22/downloads/2011/PORTUGAL%20POST%20-Set%2011.pdf

 

na pág. 7

 

Boa Leitura,

 

Cristina

 

 

 

"Um Ano em Telavive" de Cristina Vogt-da Silva

 

está à venda na Fnac, Bulhosa e Bertrand por encomenda

 

e ainda nos links

 

 

http://www.buknet.pt/?op=artigo&pid=288&lid=7b905b5bd19b35cf3f9d762aa6acaa45

 

 

http://www.wook.pt/ficha/um-ano-em-telavive/a/id/3306486

 

 

 

 

 

 

publicado por Cristina Dangerfield-Vogt - Jornalista às 10:06
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3 comentários:
De Rui Wahnon a 14 de Outubro de 2011 às 21:36
Li finalmente o teu livro e gostei. Achei-o útil, imparcial e informativo. Com simplicidade fizeste-me sentir que estava em Telavive, senti os ambientes que descreves de roda de mim. É uma região muito complicada, onde todos têm razão e ninguém a tem. Sempre senti que enquanto a religião tiver o papel preponderante que tem - tanto de um lado como do outro -, não chegarão à paz. E que embora os dois lados digam que a almejam, não querem nada. Cada facção ensina os filhos a odiar a contrária e acho isso execrável. Mas foi bom ver, através das tuas narrativas, que há bolsas de gente sã e boa no meio daquela confusão toda.


De Cristina Dangerfield-Vogt - Jornalista a 14 de Outubro de 2011 às 22:21
Obrigada, Rui! Fui cuidadosa quando escrevi o livro. Quis fugir aos estereótipos, ao preto e branco, às perspectivas sem nuances. A simplicidade, como tu viste, é aparente. Quis mostrar vivências complicadas sem ambiente de funeral, desenvolver raciocínios complexos de forma simples e, sobretudo, falar daquela região e dos seus povos de uma forma que os una e não que os divida. Perceber os povos e as suas culturas é fundamental para promover o diálogo entre estes; o desconhecimento do outro acentua xenofobias latentes. E um pouco de humor nunca fez mal a ninguém. Fico muito feliz de o livro te ter suavizado a estadia hospitalar. E, vindo de um escritor como tu, o teu comentário deixa-me extremamente lisonjeada. Abraço, Cristina


De Anónimo a 28 de Dezembro de 2011 às 18:33
Este livro é fantástico! Faz-nos viajar, sentir os cheiros, as cores vibrantes dos mercados de rua e o calor abafado! Parabéns!!
Susana Alves


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